Lages
Um pouco de História Pontos Turísticos Comércio e Serviço Atividade Econômica
  Lages
   Veja ainda:
Minas Gerais
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Santa Catarina
São Paulo
Um pouco de História
Prefeitura Municipal
Rua Benjamin Constant, 13 - Centro - Tel. (49) 3221-1000
 Prefeito:
Renato Nunes de Oliveira
Câmara Municipal
Rua Marechal Deodoro, 773 - Centro - Tel. (49) 3251 5422
 Vereadores:
• Adilson Rodrigues de Appolinario
• José Laurenil Borges
• Aidamar Seminotti Hoffer • Luiz Albertino Souza Amorim
• Anilton Freitas • Marcius da Silva Machado
• Antonio Arcanjo Duarte • Neusa Maria Zangelini
• Antonio Leandro Moro • Pedro Eloi Bassin
• Gean Ricardo Vargas • Romeu Rodrigo da Costa Silva
 Período do Mandato:
De 01 de janeiro de 2009 à 31 de dezembro de 2012
Brasão e Bandeira
Brasão de Lages Bandeira de Lages
Mapa
AJUDA PARA NAVEGAÇÃO:
ZOOM: utilize a ferramenta a esquerda do mapa ou duplo clique no mapa
SATELLITE: clique no botão no lado superior direito do mapa
MOVER MAPA: clique sobre o mapa, arraste e solte ou clique sobre o mapa e
utilize as teclas com setas do teclado
 
Dois séculos após a descoberta do País, no sul, enquanto o litoral ia sendo explorado, o planalto permanecia desconhecido; era apenas o sertão selvagem, atravessado de longe em longe por alguns poucos exploradores destemidos. Só na segunda metade do terceiro século é que se levantou a primeira povoação no planalto: Lajes (1766). Vencida a barreira natural - a serra do Mar - lançaram-se fundações no sertão, permanecendo longo tempo isoladas. O homem do litoral dedicou-se à agricultura e ao comércio, e o do planalto ao pastoreio, só muito mais tarde este ampliou o campo de suas atividades, ao dedicar-se também à extração do pinho e do mate.

O comércio de gado, de paulistas e mineiros, com estancieiros do Continente do Rio Grande de São Pedro, veio animar o povoamento da região dos Campos de Lages, elo natural da estrada "que corria pelo planalto, paralela ao litoral, e que partindo de Sorocaba (São Paulo), se internava pelos campos gerais do sul da Capitania", hoje territórios paranaense e catarinense.

Desconhece-se, todavia, quem devassou o território e iniciou a colonização. O certo é que Francisco de Sousa Faria, ao abrir a chamada estrada dos Conventos (1728), por ordem do governador da Capitania de São Paulo, Antônio da Silva Caldeira Pimentel, encontrou o caminho assinalado por inúmeras cruzes, fazendo supor haverem os jesuítas já atingido aquelas paragens em sua missão de catequese.

Administrativamente, o Município e a vila de Lajes foram criados pela Carta Régia de 26 de janeiro de 1765 (comemora-se este ano o segundo centenário), à que o Governador da Capitania de São Paulo, Luís Antônio de Sousa Botelho, morgado de Mateus, a 9 de julho de 1766, deu execução oficial, incumbindo o guarda-mor Antônio Correia, nomeado na ocasião capitão-mor regente do sertão de Curitiba, de erguer a vila na paragem denominada Lajes, onde já existiam muitos moradores, estabelecidos com fazendas de criação .

Correia Pinto chegou à região de Lajes, a 22 de novembro de 1766, e deu início à construção de uma capela, na chapada do Cajuru, sob a invocação de Nossa Senhora dos Prazeres Esse primeiro núcleo, por não oferecer os recursos naturais necessários à subsistência de seus povoadores, foi logo abandonado. O segundo ponto escolhido também não foi o definitivo. O terreno propício foi encontrado nas adjacências do rio Caveiras, onde se estabeleceu, por fim, a vila projetada, em 22 de maio de 1771, com o nome de Nossa Senhora dos Prazeres de Lajes.

Irrompida no Continente do Rio Grande de São Pedro a luta entre Espanha e Portugal, transitou, em 1777, pelos campos de Lajes um corpo de exército, vindo de São Paulo e se dirigindo para as fronteiras do sul. Para aliviar a pressão militar luso-brasileira contra suas forças em ação no Continente, a Espanha promoveu a invasão da ilha de Santa Catarina. O Tratado de Santo Ildefonso (1771), contudo, devolveria a ilha aos portugueses, desocupando os espanhóis a mesma em 1778.

A ocupação da ilha de Santa Catarina pelos espanhóis fez com que o governo colonial cogitasse da construção de uma estrada para fins militares. do planalto, em Lajes, ao litoral catarinense, para melhor enfrentar a ameaça de invasão espanhola ou incursões de piratas de outras nações. Assim, em 1787, O governador da Capitania de Santa Catarina, cumprindo ordens do vice-rei D. Luís de Vasconcelos, ordenou a construção de uma estrada entre São José (Desterro) e a vila de Lages, encarregando da obra o alferes, depois capitão, Antônio José. da Costa estrada cujo traçado perfeito seria aproximadamente a mesma construída, um século mais tarde (em 1888), pelo engenheiro militar, Augusto Fausto de Sousa.

Em 1820, O Município de Lajes passou a integrar a Capitania de Santa Catarina, tornada autônoma da de São Paulo.

A 14 de dezembro de 1839, no passo de Santa Vitória, as forcas farroupilhas de Garibáldi derrotaram as do coronel Francisco da Cunha Xavier, dominando a vila de Lajes. Em janeiro do ano seguinte, no campo das Farroupilhas, o exército legal do coronel Antônio de Melo e Albuquerque desbaratou as hostes rebeldes. A desocupação de Lages só se verificou. no entanto, em fevereiro de 1841.

Formação Administrativo O MUNICÍPIO foi instalado como vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lajes, a, 22 de maio de 1771. O Decreto provincial nº 500, de 25 de maio de 1860, elevou a vila à categoria de cidade.

Atualmente, o Município é constituído de três distritos: Lajes (sede), Índios e Santa Teresinha do Salto.

A comarca de Lajes, criada pela Lei provincial n.º 444, de 24 de março de 1858, extinta em 1865 e restaurada em 15 de março de 1866. foi elevada à 2.ª entrância em 1891 (Lei estadual n.º 11 de 28 outubro) e à 3.ª, em 1922 (Lei estadual n.º 1384, de 23 de setembro).

Gentílico: Lageano.

Parceria Contra Drogas   Projeto Rio Vivo   Combate a Pedofilia na Internet
Início
 
Sua página inicial
 
Nos seus favoritos
 
Topo
Bookmark and Share
ABRAWEB IBAMA Fundação Abrinq
Nós Podemos
Aviso Legal