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Um
pouco de História |
Prefeitura
Municipal |
| Rua Juscelino Kubistchek de Oliveira,926
- Monte Sião - Tel. (35) 3465-1311
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| José Rafael de Castro Ribeiro |
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Câmara
Municipal |
Rua Presidente Tancredo de Almeida Neves, 60 - Monte Sião
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| • André Tavares de Lima |
• Ernesto Gottardello |
| • Antonio Osvaldo Inácio |
• Hercules Divino de Faria |
| • Antonio Tadeu Labegalini |
• João Paulo Ribeiro |
| • Benedito Antonio de Souza Godoi |
• Manoel Inácio Bueno |
| • Carlos Henrique de Souza |
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| De 01 de janeiro de 2009 à 31 de
dezembro de 2012 |
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Brasão
e Bandeira |
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Mapa |
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AJUDA
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Registros datados de 1790 narram o
fim do ciclo do ouro na região denominada Arraial
de Ouro Fino, distrito de São Pedro, o que
gerou o êxodo de garimpeiros em busca de terras
para a instalação de nova atividade,
no caso a pecuária e a agricultura. Essa corrida
pela posse de boas terras iniciava a colonização
da área localizada ao pé do Morro Pelado
e às margens do Rio das Pedras, local coberto
por densa mata. Por volta de 1819, os primeiros moradores
instalaram-se na região, construindo suas moradias
quem comunicavam-se entre si por trilhas abertas na
mata.
Esse primeiro núcleo populacional, o embrião
que iria gerar Monte Sião, recebia sua primeira
denominação em 1823, Bairro do Eleotério.
Com a formação da capela de Nossa Senhora
do Socorro e a demarcação de suas divisas,
grande parte das terras onde se localizava o Bairro
do Eleotério passavam a essa jurisdição
eclesiástica, o que desagradaria em muito as
autoridades da vizinha Freguesia de São Francisco
de Paula de Ouro Fino.
Com o desenvolvimento do Bairro do Eleotério,
surgiam as primeiras lideranças responsáveis
pela manutenção da ordem, administração
e do próprio crescimento daquele povoado. Major
Antônio Bernardes de Souza, tenente Joaquim
Vaz de Lima, Francisco Rodrigues da Costa e Francisco
Nogueira Bastos foram os primeiros responsáveis
pela manutenção da ordem pública
e administrativa. O fazendeiro Major Antônio
Bernardes de Souza, de 35 anos, destacava-se como
uma das principais lideranças da época.
O próprio Major encabeçou o movimento
pela construção de uma capela no povoado,
apresentando como justificativa as frequentes enchentes
do Rio Mogi que impediam os fiéis de de se
deslocarem a pé ou a cavalo, até a paróquia
de Ouro Fino.
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