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Um
pouco de História |
Prefeitura
Municipal |
Praça dos Andradas, s/n - Jacutinga
- Tel. (35) 34431022
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Câmara
Municipal |
Rua Afonso Pena, 556
- Jacutinga - Tel. (35) 34436602 |
| • Estela Maris Martins Nicoletti |
• Natan dos Santos |
| • Homero Luiz Nardini |
• Reginaldo Faria de Lima |
| • José de Paulo |
• Ricardo Henrique Panizolo |
| • Marcelo de Paula |
• Ronaldo Israel de Vasconcelos |
| • Marcos Tadeu Nicioli |
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| De 01 de janeiro de 2009 à 31 de
dezembro de 2012 |
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Brasão
e Bandeira |
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Mapa |
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Já vão longe os tempos
em que o capitão português Antonio Correia
de Abranches Bizarro, natural de Sabugosa, participando
do desbravamento de Jacutinga, tomou posse de terras
em diversos pontos de nosso território, na
divisa com Ouro Fino. Aliás, menciona-se que,
bem antes da abertura de picadas, o povoamento já
se iniciara pela vias naturais, os rios, sobretudo
o rio Mogi, denominado na região Mogi Abaixo.
Também o ribeirão de São Paulo
(ao norte) e o rio Eleutério (ao sul) contribuíram
para isso. Relata-se que, por volta de 1.805, o povoamento
já atingira as margens do Eleutério.
Em 1.803, pelo que se diz, já havia moradores
no Sitio Forquilha. Entre os antigos povoadores de
Jacutinga é citado Antonio Pessoa de Lemos,
natural de Sabará, estabelecido com fazenda
na barra do Ribeirão de São Paulo. Suas
terras, englobavam a área onde hoje se situa
Jacutinga. Ao falecer, a 12 de agosto de 1.811, deixou
testamento e foi sepultado na Matriz de Ouro Fino.
Em razão de permuta feita por seus herdeiros,
a fazenda passou a pertencer ao capitão Antonio
Correia de Abranches Bizarro, que aumentou com posses
feitas nos morros da Capetinga e da Baleia. Depois,
em 18 de agosto de 1.817, a propriedade foi vendida,
através de escritura particular lavrada na
barra do São Pedro, a José Francisco
Fernandes, que viera de Pouso Alegre com sua família.
Revela Orville Derby que o capitão Abranches
Bizarro também tomou posse de terras na paragen
denominada Poço Fundo, terras que vendeu a
16 de março de 1.826.
De acordo com a tradição, o mais antigo
proprietário da fazenda do Poço Fundo
foi o Cel. Emídio de Paiva Bueno, sendo admissível
que a tenha adquirido do capitão Bizarro na
data mencionada. Mudou-se para a propriedade, tendo,
segundo Orville Derby, exercido influência nas
questões de limites que se seguiram. Com o
passar do tempo, qumentando a população
do bairro Mogi Abaixo, tornou-se necessário
erigir uma capela, soba invocação de
Santo Antonio. Encaminhou-se uma representação
nesse sentido à Cúria Diocesana de São
Paulo, representação encabeçada
por José Francisco Fernandes. O bispo diocesano,
Dom Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade, autorizou
a ereçãoda capela. Entretanto, talvez
devido a uma demanda entre José Francisco Fernandes
e Manuel Carlos da Motta Bastos, seguida do falecimento
do primeiro, a 21 de junho de 1.841, e de sua mulher,
dona Joaquina Esmérica Ribeiro, a 3 de maio
de 1.845, nada se fez ao longo de dez anos. Mas José
Francisco Fernandes e sua mulher deixaram terras doadas
para o patrimônio da capela. A localidade junto
à qual se ergueria esta tomaria o nome de Ribeirão
de Jacutinga.
Em agosto de 1.845 estava a capela edificada, tendo
como zelador o capitão Emídio de Paiva
Bueno. Jacutinga foi elevada a freguesia a 22 de setembro
de 1.871, pela Lei Providencial n°1.786,e a vila
e município a 16 de setembro de 1.901, pela
Lei Estadual n°319. O Conselho Distrital instalou-se
a 26 de março de 1.892, sob a presidência
de José Antonio Pinto.
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