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Pontos
Turísticos |
Aqui você irá
encontrar textos e fotos sugerindo locais
para a visitação. Inicialmente,
será dada prioridade para os aspectos
culturais de Paraibuna, não invalidando
que sejam abordados locais meramente marcados
por sua beleza natural ou potencial turístico.
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Localizada
na atual rua Padre Antônio Pires do Prado,
este Patrimônio Municipal conserva lembranças
de um passado famoso por tamanha fartura e pureza.
O local denominava-se antigamente Bica d'água.
O nome da rua era 15 de novembro, onde os cavaleiros
que chegavam de cidades vizinhas ou da roça
(zona rural), matavam sua sede e refrescavam
seus animais, antes de negociar no Mercado Municipal.
A Bica também fornecia água para
algumas ruas da cidade, e não havia nenhuma
benfeitoria. O atendimento era simples, cumprindo
apenas a necessidade do povo quanto ao fornecimento
de água. Com o passar dos anos, o crescimento
da População e a modernidade exigiram
a melhoria da Bica d'água. No ano de
1961, o então Prefeito Municipal Sr.
José Osias Calazans de Araújo,
por meio de um projeto de Lei, desapropria a
Área onde se encontrava a Bica d'água,
que pertencia ao Sr. Moacyr Machado e ordena
que seja construído o Patrimônio
de Preservação da Fonte da Bica
d' água, o qual tem como executor o Sr
Mauro Mariano Leite, no mesmo ano. Tem até
os dias de hoje sua original construção,
mantendo com curiosidade um dito popular: Quem
bebe água da Bica. Aqui fica!
Rua Padre Antônio Pires do Prado - Centro
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Fundação
Cultural e Casarões da Praça |
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| Quase todos
os casarões, ou melhor, prédios
em estilo colonial da Praça da Matriz,
foram construídos pelo engenheiro Dr.
Pedro Augusto Calazans. Até então
existia algumas casas pequenas de pau a pique.
"Pau a pique" São paredes de
madeira roliças finas, trançadas
de bambu e amarradas com cipó, mais ou
menos 10 centímetros de largura, preenchidas
e revestidas de barro. O prédio da Fundação
Cultural, foi construído em 1878, para
abrigar uma fábrica de meias de algodão,
matéria prima em abundância na
época em nossa cidade. Aqui cabe uma
explicação: devido ao declínio
do ciclo cafeeiro no Vale do Paraíba
e para evitar o êxodo de famílias
inteiras Paraibuna, abandonando a cidade, em
busca de cultura para seus filhos, também
para garantir seus patrimônios econômicos
e muitas delas, como barão Duprat, abandonaram
propriedades enormes, fazendas e casas na cidades.
os políticos da épocas, muito
dedicados ao bem estar e com o progresso de
Paraibuna, se reuniram com a força econômica
da cidade e procuraram fazer empreendimentos
arrojados no município, como a fábrica
de meia. Para se Ter uma idéia desta
preocupação em manter estas famílias
em Paraibuna, mais de uma fábrica de
uma fábrica foi montada em Paraibuna,
no local onde hoje se encontra a Fundação
Cultural Benedicto Siqueira e Silva . Deve-se
levar ainda em consideração que
a matéria prima era farta . Com a queda
do café tudo isso se acabou. O prédio
da Fundação Cultural, foi também
sede da empresa força e luz Paraibunense,
que fundou a Comepa - Companhia Melhoramento
de Paraibuna que deu origem a Cesp, Companhia
Energética de São Paulo. Foi a
primeira sede da Associação Esportiva
Paraibunense, Prefeitura Municipal e hoje Fundação
Cultural Benedicto Siqueira e Silva. |
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No ano de
1915, foi criada a Associação
Beneficiente Santo Antônio, tendo como
presidente o Sr. Oscar Thompson, cujo objetivo
seria angariar fundos para a construção
do Externato. Documento datado de 1916, registra
autorização para a celebração
de missa campal por ocasião do Lançamento
da pedra fundamental do " Edifício
Social ". Enquanto se dava a construção
do mesmo, a " Escola da irmã "como
era conhecida, esteve adaptada no côro
da igreja do Rosário. A 15 de outubro
de 1923, já concluído, o Externato
recebe autorização da Diretoria
Geral da Instrução Pública
do Estado de São Paulo para funcionar.
Em 1929, a fim de amparar meninas órfãs,
passa a funcionar, paralelamente, em regime
de internato. Nova adaptação se
dá em 1943, quando sua ação
é ampliada para receber pensionistas,
filhas de proprietários rurais, residentes
na zona rural, para facilitar o acesso à
educação. A não existência
do Curso Ginasial, na localidade, levava grande
parte dos alunos a interromper os estudos. Assim
sendo, foram realizados contatos com os Órgãos
competentes, a fim de aí se instalar
um curso ginasial, ocorrendo em 1952. Em 1963,
foi inaugurado o Ginásio Estadual de
Paraibuna. Sem instalações próprias,
ocupou as dependências do grupo Escolar
Dr. Cerqueira César que, nos anos de
1967, já não comportava a fluente
demanda. Um novo repensar questionou a validade
de se manter o " Ginásio São
José " que, em suas amplas instalações,
vinha atendendo a um número relativo
de alunos. Estes fato provocou a desativação
do referido ginásio e parte de suas dependências
foi cedida para o Ginásio Estadual, até
que seu prédio, já iniciado, fosse
concluído. Foi então que externato
passou a chamar-se " Orfanato Santo Antônio
". Nessa ocasião, contava com duas
filiais:
Creche Nossa Senhora com 134 crianças
de 0 (zero) a 7 (sete) anos e o orfanato São
João Batista, 106 menores do sexo masculino.
As meninas maiores de 07 (sete) anos, em n º.
de 98, ficaram no prédio do Instituto
Santo Antônio, onde já funcionaram
cursos de datilografia e corte e costura. Em
1972, terminou a construção do
Pavilhão dos meninos maiores. As crianças
passam a freqüentar a escola e os clubes
da cidade, funcionando, no próprio Instituto,
apenas Jardim da Infância e Pré-Primário,
foram mantidos os cursos datilografia, corte
e costura e culinária. Assim sendo Instituto
Santo Antônio muito contribui para município
de Paraibuna ministrado pelas Irmãs mantém
até hoje as atividades com crianças
e adolescentes semi-internato e mantendo cursos
profissionalizantes: corte costura, pintura,
artesanato e datilografia e outros para comunidade
e promovendo retiros, encontros vocacionais
e muitas atividades voltadas para religião
católica. É um Patrimônio
histórico de muita importância
para o município. |
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Igreja
Matriz - Paróquia Santo Antônio
de Paraibuna |
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Por volta de 1870, viu-se a necessidade de
um templo religioso, Formou-se uma ComisSão
de Obras, e em 1872 deu-se início à
construção da Igreja Matriz,
originalmente toda em "Taipa" (construção
à base de barro pilado).
A inauguração oficial ocorreu
em 7 de setembro de 1886, com a presença
do Rev.mo. D. Lino Deodate Rodrigues de Carvalho,
então bispo desta diocese, e com assistência
dos Revmo. padres Antônio Pires do Prado,
Bento Claro, Porfírio de Souza Martins,
cônegos Ezechias Galião da Fontoura
e Raymundo Marculino de Cruz Cintra. A torre
que hoje se ergue em seu frontal teve iniciada
sua construção por volta de
1904, iniciativa do Rev.mo padre Francisco
Felippo. Em seu estilo original de construção
ela permaneceu até por volta de 1954,
quando teve início uma reforma geral,
financiada pelos paroquianos. Quando à
parte externa, o templo teve alteradas nessa
reforma, entre outras coisas, as janelas laterais
(anteriormente em madeira), as duas portas
laterais da frente do prédio, que não
existem mais, e a torre que teve retirada
a diviSão de seu primeiro arco. Quanto
à parte interna da Igreja Matriz, foi
retratada em esplendor, precisamente no teto
da Igreja, por meio das pinturas, a vida do
Patrono da cidade. Pintura que é uma
verdadeira obra-prima, feita pelo pintor Álvaro
Pereira.
Praça Monsenhor Ernesto Almírio
Arantes - Centro
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Mercado Municipal José Bento
Rangel "Zezinho Bento"
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Havia entre
os produtores paraibunenses um grande interesse
em ter um local apropriado para comercializar
seus produtos agrícolas. Essa vontade
foi concretizada pelo Sr. José Porfírio
da Silva, que construiu o Mercado Municipal
de Paraibuna no ano de 1880: um barracão,
com piso de chão batido (terra compactada).
Paraibuna foi no início deste século
um grande exportador de suínos. Existia
do lado esquerdo do barracão, bancadas
de madeira, com um metro de largura, sem emendas,
ocupando mais da metade do mercado, para exposição
de suínos abatidos . A sua avaliação
era feita pela espessura do toucinho, gordura
entre a pele e a carne. Negociavam toucinho
os Srs. Jacinto de Leme, Francisco de Lima e
José Belo. O Sr. Benedito Antônio
Diniz era vendedor de sal. Os produtores rurais
negociavam seus produtos diretamente com os
consumidores. Vendiam café em casca,
arroz, frutas, palmito, fubá, feijão,
quirera, farinha de mandioca e de milho, rapadura
e bananas. Havia muita fartura naquela época,
Paraibuna era considerada o Celeiro do Vale
do Paraíba. Na esquina ao lado do Mercado
havia um curral, onde eram recolhidos os burros
de carga e os carros de boi que faziam o transporte
na época. Em frente ao Mercado, no pátio,
havia uma grande árvore, carvalho, que
proporcionava uma maravilhosa sombra, aproveitada
para venda de garapa (caldo de cana). O Mercado
Municipal é importante para Paraibuna,
tanto no âmbito comercial como no social,
pois ali se concentram a comunidade rural e
a urbana; onde se confraternizam, conversando
sobre variados assuntos. Hoje o prédio
tem o piso de pedra e possui 41 boxes, havendo
até mesmo uma barbearia. Há tradições
que São mantidas até hoje, como
o afogado, prato típico da região.
O afogado é encontrado diariamente em
restaurantes da cidade.
Rua Manoel Antônio de Carvalho - Centro. |
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Praça Monsenhor Ernesto Almíro
Arantes |
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Atual Praça
mantém o estilo do fim do século
XVIII, começo do século XIX. As
apresentações da Banda de Música
local eram feitas no "Coreto", no
centro da praça. As senhorinhas ficavam
a passear, como os ilustres Senhores, que contavam
suas Histórias e faziam também
muitas barganhas (trocas). Os casarões
em volta da Praça, estilo colonial, marcam
a riqueza do ciclo cafeeiro em Paraibuna. Foi
restaurada pelo Prefeito Luiz de Gonzaga Santos,
na gestão de 1989 a 1992, e inaugurada
em 10.06.89. A denominação da
praça homenageia o inesquecível
Pároco Monsenhor Ernesto Almírio
Arantes, que tanto fez por Paraibuna, com suas
obras de caridade. |
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Grupo Escolar Dr. Cerqueira César |
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Este bem
fundado estabelecimento de ensino, considerado,
um dos mais importantes do Estado de São
Paulo, e que conta com habilitadíssimo
corpo docente e bem assim com a direção
do Sr. Major Eduardo José de Camargo,
foi por deliberação do Conselho
Superior de Instrução Pública,
criado a 9 de novembro de 1894, sendo festivamente
inaugurado no dia 28 de julho de 1895. O professor
Eduardo José de Camargo foi nomeado diretor,
por decreto de 2 de outubro de 1895. Tem suas
atividades normais até as datas recentes,
levando às crianças de nosso município
o ensino tão importante para a grandeza
da cidadania. |
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Prédio da Prefeitura Municipal
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Onde está
situada atualmente a Prefeitura Municipal de
Paraibuna - SP, no passado era a cadeia Pública
Municipal, que segundo relatos dos moradores
antigos da cidade ela teria sido construída
por volta de 1917. Muito tempo depois com as
devidas reformas teve as atividades de "Fórum",
na parte superior do Prédio e na inferior
manteve-se a cadeia Pública. Com passar
dos anos e com crescimento e modernidade da
cidade de Paraibuna construiu-se o prédio
do "Fórum" e novas instalações
para Cadeia Pública de Paraibuna. Ocasionando
o abandono do Prédio da Antiga Cadeia.
Por volta de 1978 a 1980 foi feita reforma do
prédio da Antiga Cadeia e construído
um anexo junto a ela dando suporte para mudança
do espaço físico da Prefeitura
Municipal de Paraibuna que ora se encontrava
no Casarão da Praça, para a dita
Antiga Cadeia por volta de 1983 na gestão
do Prefeito Jayme Domingues da Silva, onde até
a data de hoje mantém suas atividades
como Prefeitura Municipal de Paraibuna SP. |
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Santa
Casa de Misericórdia do Divino
Espírito Santo |
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Após
constatar-se entre os nobres filhos de Paraibuna
uma imensa lacuna quanto à saúde,
surgiu a honrosa idéia da necessidade
da construção da " SANTA
CASA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO ".
Conhecedor da grave lacuna que havia na Área
da saúde, o Major Eduardo José
de Camargo, no dia 13 de junho 1899, começou
a tarefa da construção do hospital.
No dia 5 de maio de 1900, foi lançada
a primeira pedra, cuja bênção
foi dada com solenidade, pelo então vigário,
Rev.mo. cônego Antônio Almeida,
de saudosa memória. A construção
do prédio destinado ao hospital esteve
a cargo do hábil arquiteto Sr. João
Vitelli, que a conclui a 29 de dezembro de 1901,
ocasião em que fez a entrega das chaves.
Rua Major Soares - Centro |
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Igreja
de Nossa Senhora do Rosário |
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"Dr.
Joaquim Manoel Gonçalves de Andrade,
cavaleiro da Ordem Cristo, Arcadiago da Catedral
desta Imperial cidade de São Paulo, nela
e em todo seu Bispado. Pede que seja concedida
a faculdade para que na cidade de Paraibuna
se possa erigir e fundar uma capela dedicada
à mesma Senhoria do Rosário, contato
que seja em lugar alto, livre de umidade, e
que tenha âmbito em roda para poder andar
as procissões." Em julho de 1841
teve começo abertura dos alicerces para
a construção da igreja de Nossa
Senhora do Rosário, nesta cidade, por
iniciativa de Salvador Rodrigues dos Sant'Anna,
que foi protetor da mesma igreja até
o ano de 1870. Durante as épocas de 1843
a 1858 aconteceu uma paralisação
nas obras. Em 1858 o Cel. Marcelino José
de Carvalho fez uma subscrição
entre poucas pessoas a fim de auxiliar a continuação
da referida obra. Em 1870, sendo Juiz Municipal
deste termo, o Dr. Antônio Cândido
de Almeida e Silva, no louvável intento
de prestar um serviço à religião,
e a este lugar, continuou a nobre tarefa de
concluir a referida igreja, que se achava apenas
em "TAIPA" e coberta, e esmolando
entre o povo, essa, honra seja feita, não
se furtou a auxílios piedosos. E arrecadando
diversas quantias pertencentes à Igreja,
e que se achavam esparsas, e com esmolas aumentadas
dos Irmãos, visto ter também promovido
a reorganização da Irmandade,
conseguiu reunir até princípio
do ano de 1872 uma grande soma, que mandou empregar
na referida obra, pelo mesmo fiscalizada. As
obras foram retomadas com toda força
pelo Dr. Antônio Cândido de Almeida
e Silva. Preenchida a solenidade da bênção
da nova igreja, conforme o ritual Romano, foi
em 8 de 1871, cantada a primeira missa solene,
sendo celebrante o então vigário
Antônio Pires do Prado . Entretanto, nos
dias atuais, a igreja do Rosário encontra-se
em plena reforma.
Rua Major Soares - Centro
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A frase
colocada no portal do cemitério, que
num primeiro momento cria uma indagação,
pois imagina-se que os que lá estão,
esperam pelo nosso enterro, no entanto há
um segundo sentido, ou seja, "de nós
esperam orações", transformou-se
em um dos locais folclóricos da cidade
e da região. A inscrição
do portal, foi colocada ali por um padre com
a intenção de sensibilizar a População
para que rezasse mais pelos mortos. O cineasta
Marcelo Massagão, produziu o documentário
"Nós Que Aqui....", que leva
o mesmo nome da inscrição do portal,
fazendo tomadas no interior do cemitério
. Segundo o próprio Massagão,
em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em
06/08/99, "O Título foi um achado.
É dizer que vamos todos virar pó.
É reduzir o homem, que a tudo tenta dominar
e se perpetuar, à condição
de mortal ."
Rua Benedito Mário de Calazans - Centro
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Rua Major
Santana - Vila Modesto
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Com a formação
do lago da represa, várias estradas rurais
e intermunicipais foram inundadas. Por isso,
duas balsas foram instaladas para a travessia
do lago, dentro do Município de Paraibuna,
e uma no Município de Natividade da Serra.
Operam de hora em hora, transportando inclusive
carros. |
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Localizado
a 18 km da cidade, é um dos pontos mais
altos do município. Conta a lenda que
ali foram mortos vários escravos que
fugiram de fazendas de Paraibuna. Por isso,
o local tem uma capela em homenagem a Nossa
Senhora dos Remédios, padroeira dos negros
e também uma mina d’água,
que seria o sangue dos negros mortos. Em dias
limpos, avista-se cidades do Vale. A estrada
é precária. |
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| Parque
ecológico municipal, de onde vinha a
água para abastecimento da cidade, até
o início do século. Ali, também
foi mantido por muitos anos a antiga Usina a
Diesel que fornecia energia elétrica
para a cidade. Existem trilhas para caminhadas.
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Várias construções
ainda estão de pé, conservando
a arquitetura colonial. Destaque para:
• Fazenda São Pedro - 14 km
• Boa Esperança - Rodovia dos
Tamoios, km 38 + 16 km
• Grama - Rodovia dos Tamoios, km 44
+ 4 km
• Bom Retiro - 1 km
• Santa Rita - Rodovia dos Tamoios,
km 38 + 18 km
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Outros
Pontos de Interesse Turístico |
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• Cachoeira do Itapeva
• Cachoeira da Fazenda São Pedro
• Sistema Ecológico da CESP
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