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Atividade
Econômica |
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A atividade econômica do município está
basicamente no setor primário, tendo a agricultura
e a pecuária como atividades principais. São
produzidos no município 16.000 litros de leite
( b e c) por dia. Os altos custos da produção
e os cargos aviltantes fazem com que parte dos 265
produtores utilizem o leite no fabrico de queijo,
requeijão, manteiga, etc., para venda direta
ao consumidor. A olericultura vem evoluindo muito.
Hoje a Área cultivada atinge 600 hectares.
Paraibuna possui a feira do produtor rural, que funciona
às quartas- feiras, sábados e domingos
na praça Manuel Antônio de Carvalho,
a praça do mercado, onde cerca de 30 pequenos
produtores oferecem seus produtos, frescos, a preços
acessíveis. indústrias há pouquíssimas,
e pequenas (queijos, doces, farinha). Existem bom
número de olarias. No entanto, a Prefeitura
tem procurado atrair indústrias para o município.
Os primeiros resultados de um trabalho incessante
começam a surgir: Algumas unidades estão
prestes a se instalar em Paraibuna. A municipalidade
oferece isenção de IPTU, taxa de limpeza
pública, taxa de conservação
de vias, taxa de licença para localização
e funcionamento, taxa de licença para publicidade.
Paraibuna está trabalhando para instalar em
seu município a Indústria do Turismo,
colocando à disposição do turista
diversas opções, tais como: Turismo
rural, Turismo da terceira idade, Turismo esportivo,
Turismo náutico, Turismo gastronômico,
Ecoturismo, Esporte de Aventura etc. |
A História Econômica
de Paraibuna
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O
café foi o marco no Vale do Paraíba
no período de 1830 a 1870. Teve um fator importante
na economia do município. Várias foram
as fazendas que começaram a dedicar à
cultura cafeeira, com algumas delas sendo construídas
especialmente para esse tipo de lavoura. Em 1835,
só no 2° distrito da Vila de Paraibuna,
registraram-se 34 fazendas de café e 87 fazendas
de culturas diversas.
Até o início do século XX, o
quadro da região está dividido entre
monocultura do café e policultura comercial
e muitas vezes conjugando-as. A cultura do café
no Vale entrou em declínio a partir de 1870.
Em 1860 a cultura do algodão foi introduzida
em várias fazendas do café, para servir
de equilíbrio às dificuldades que sofria
a lavoura cafeeira e escravagista. O café continuou
a sua marcha para outras regiões, deixando
atrás de si hipotecas e fazendas ao abandono.
Paraibuna também entrou em declínio
financeiro, ficando num marasmo com sua vida normal,
entre 1890 e 1920.
Com a construção da Rodovia Presidente
Dutra e da Estrada dos Tamoios, entre 1922-24, o município
ganhou novo impulso. Novas culturas se fizeram aparecer
e a criação de gado começou,
mas vindo a ser forte somente a partir de 1940, quando
os produtores tiveram oportunidade de escoar o produto,
através da Cooperativa. O Leite passou então
a ser o forte da economia, chegando mesmo a produzir
50 mil litros diários por volta de 1960.
No começo da década de 60, com o início
da construção das barragens Paraibuna
- Paraitinga a economia sofreu novo baque. A produção
leiteira caiu e o plantio das roças foram diminuindo,
devido a vários fatores: a ocupação
das terras pelas águas e o êxodo dos
trabalhadores rurais para os serviços de construção
das barragens, que no seu pico empregou 5 mil pessoas.
No período de 1965 a 1975, o município
viveu uma transformação significante,
mas sem saber que rumo seguir. Muitas pessoas foram
obrigadas a abandonar suas terras e se mudar para
a zona urbana ou mesmo para outras regiões.
A cidade cresceu vertiginosamente, provocando maiores
problemas para os administradores. Com o término
da construção das barragens a situação
ficou ainda pior, pois muitos perderam o emprego e
não tinham o que fazer.
A saída para muitos deles foi mesmo voltar
para a roça e tentar viver da agricultura,
o que foi feito, dando um aumento significativo na
produção. O feijão foi uma das
plantações preferidas, com o município
chegando a ser o primeiro do Vale do Paraíba
em 1980. Depois disso procurou-se outras alternativas
de lavoura, com o plantio, por exemplo de tomates.
A pecuária leiteira diminuiu mais ainda, com
os produtores preferido o gado de corte que exige
menos mão-de-obra. A esperança da População
desde a década de 70, quando as represas foram
fechadas, é com relação ao turismo.
As margens da represa já estão tomadas
por pequenos sítios e loteamento de veranistas,
mas o principal para o desenvolvimento do turismo
ainda não aconteceu de fato. Atualmente várias
medidas estão sendo tomadas pela administração
com o objetivo de incrementá-lo. A realização
de provas esportivas e o apoio para as festas populares
e as tradições São as metas do
Conselho Municipal de Turismo. |
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