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Pontos
Turísticos |
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Aqui você irá
encontrar textos e fotos sugerindo locais
para a visitação. Inicialmente,
será dada prioridade para os aspectos
culturais de Bananal, não invalidando
que sejam abordados locais meramente marcados
por sua beleza natural ou potencial turístico.
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Igreja
Nossa Senhora do Rosário |
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De planta
retangular e arquitetura simples, esta igreja
tem data de construção incerta,
sendo citada em documentos de meados do século
XIX. Praça João Rubião
Júnior |
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Igreja Matriz do Senhor
Bom Jesus do Livramento
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| Construída
em 1811, em estilo colonial, possui no santíssimo
os Doze Apóstolo em madeira. Sua arquitetura
é caracterizada pela simplicidade de
planta fechada, possuindo implantação
de destaque na principal praça da cidade.
Passou por inúmeras reformas ao longo
de sua existência. É orgulho dos
bananalenses. Praça Monsenhor Cid França
Santos.
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Igreja
Nossa Senhora da Glória
e Boa Morte |
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Existente
desde o século passado, foi reformada
várias vezes e até reconstruída.
O atual edifício tem importância
histórica e principalmente paisagística.
Rua Coronel João Ramos Nogueira Fragoso. |
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Estação
da Estrada de Ferro |
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Inaugurada
em 03 de Janeiro de 1889, a estação
de Bananal é um prédio de excepcional
interesse como construção metálica,
sendo o único no gênero na América
Latina. Foi importada da Bélgica e é
representativa da pré-fabricação
em aço possibilitada com a Revolução
industrial. O ramal da estrada de ferro foi
desativado em 1963, abriga hoje a Biblioteca
Municipal “Professora Francisca Eugenia
de Barros Paula”, o Arquivo Histórico
e a Rodoviária. É um dos mais
valiosos acervos de Bananal. |
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Teve origem
da Sesmaria da Água Comprida em fins
do século XVIII. Sede das fazendas do
Comendador Luciano José de Almeida, foi
a maior produtora de café do município.
Em 1948 hospedou o Barão de Caxias e
restabeleceu suas tropas a caminho da Silveiras
um dos focos da rebelião liberal. Hoje
é Hotel Fazenda Boa Vista, guardando
ainda alguns resquícios do passado. Distante
12 km da sede. |
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Fundada
em princípio do século passado
por Inácio Gabriel Monteiro de Barros,
foi à fazenda principal do Comendador
Aguiar Vallin. Possui salões e capelas
decorados pelo pintor espanhol José Maria
Villaronga, admiravelmente restaurada e conservada
pelos atuais proprietários. Bem, tombado
pelo CONDEPHAAT.
Localizada a 8 km da sede. Fone: (12) 3116-1577 |
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A Fazenda
Independência teve origem em 1822 e batizada
em homenagem a nossa emancipação
política, desmembrada da sesmaria do
Padre Antônio Cruz. Hoje, completamente
restaurada, esta neoclássica transformou-se
numa pousada extremamente elegante e com bom
gosto em todos os detalhes. Algumas de suas
suítes foram construídas onde
era a senzala doméstica e o restaurante
no local onde se beneficiava o café.
Se hospedar na Independência é
ter a oportunidade de vivenciar bem de perto
parte da História do Brasil, seja nos
moveis e objetos espalhados pela casa, ou em
algum passeio a pé ou a cavalo na própria
propriedade. |
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Em 1822
hospedou o príncipe D. Pedro em suas
viagem à São Paulo que culminou
com o grito do Ipiranga. Hoje, sem o esplendor
de outrora, mas ainda muito bonita, transformou-se
em Hotel-Fazenda; Hotel Fazenda Três Barras.
Conserva ainda muito do seu passado, como por
exemplo, o aposento duplo usado pelo Príncipe
D. Pedro, com os móveis da época.
Neste aposento dormiu também Juscelino
K. de Oliveira quando Presidente da República,
numa visita à Bananal. O restante da
casa (parte interna) sofreu modificações.
Localizada a 6 km da sede. |
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A Fazenda
dos Coqueiros foi uma das antigas grandes fortunas
do ciclo do café, mantendo sua estrutura
antiga e conservada como no século passado.
Foi construída em 1855 pelo Major Cândido
Ribeiro Barbosa e sua esposa D. Joaquina Maria
de Jesus, pais de Candóca, conhecido
como o Menino de Ouro.
Rodovia dos Tropeiros, 6 km - Fone: (12) 3116-1358 |
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| José
de Aguiar Toledo, procedente da Ilha Terceira
dos Açores, chegou a Bananal por volta
de 1765, adquiriu terras perto do Arraial, no
Vale do Retiro onde fundou a fazenda Formiga
à margem direita do rio Bananal. Na década
passada, a Fazenda Formiga foi transformada
no Hotel Fazenda Casa Grande - retornando assim
às origens:- "antiga casa de pouso
dos Bandeirantes". Restaurada, a casa mantém
ainda hoje seu estilo e sua característica
“bandeirística” que encanta
a seus hóspedes ao oferecer-lhes resquícios
de um nobre passado. |
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Foi ponto
de reuniões elegantes. Em seu teto exista
uma alegoria ao inferno de Dante. Nesse teatro,
foi dançado pela primeira vez e com escândalo
em Bananal, o “maxixe” pelo ator
Nazareth. Em 1918, com a vinda da luz elétrica,
houve a primeira reforma do teatro para cinema,
passando o nome para “Cine Santa Cecília”,
começando assim o cinema mudo. Em 1959
o prédio sofreu nova reforma. Hoje, funciona
como Centro Cultural “Carlos Cheminand”
e sede da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte
e Turismo. |
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Sobrado
localizado no Largo da Matriz (praça
Pedro Ramos), datado de 1811. Pertenceu originariamente
a João Magalhães Couto. Nele pela
primeira vez, se reuniu o “tribunal de
Júri”, presidido por Antônio
Barbosa da Silva em 17 de abril de 1836. Esta
belíssima construção, tombada
pelo patrimônio e totalmente restaurada
pela atual proprietária Laura Ramos Sciota,
apresenta detalhes dignos de nota: suas janelas
e portas, todas São lavradas à
mão, as sacadas com piso de cobre apresentam
gradis e lanternas. No segundo pavimento uma
“muxarabie” (janela Mourisca) mostra
a influência árabe em nossa arquitetura.
O sobrado, internamente, é também
um pequeno museu. Móveis e louças
antigas, objetos raros e quadros, mostram um
significativo acervo da época, que completam
a propriedade como um todo, digno de admiração.
No local há venda de Artesanato. |
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Solar Manuel de Aguiar Vallin |
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Construído
em meados do século XIX, este sobrado
evidência a riqueza de uma época.
Construção de caráter monumental,
que já apresenta características
do neo-clássico, como as portas principais
em arco pleno e a escada principal em lances
simétricos. Apresenta pinturas murais
de Villaronga. Funcionou no prédio o
grupo escolar Coronel Nogueira Cobra e a Prefeitura
Municipal de Bananal. |
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Em 23 de
agosto de 1879, foi colocada no Largo da Matriz
a primeira pedra para o Chafariz que a Câmara
Municipal mandara ali edificar. Porém,
somente em 01 de janeiro de 1880, sob ruidosa
festa, aconteceu a inauguração.
Ficavam assim concluídos os encanamentos
e reservatório da “Água
do Marcos”. Alguns historiadores afirmam
que esta fonte veio importada da Europa. Localizado
na Praça da Matriz. |
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Santa
Casa de Misericórdia |
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Sua construção
começou em 1851, tendo sido concluída
20 anos mais tarde. Em 1889 sofreu as primeiras
reformas; foi cercado o cemitério e construída
a capela externa. O edifício é
de relevante interesse arquitetônico pela
maior complexidade de seu programa. Possui nítidas
características neo-clássicas
como o pátio interno, a fachada em “U”
e as janelas em arco pleno. Hoje nela funciona
a Prefeitura Municipal. |
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Foi transferido
para o alto do morro em meados do século
XIX, tendo perdido sua importância após
a criação do cemitério
da Santa Casa. Hoje ainda vemos inúmeras
sepulturas trabalhadas em ferro e datadas do
século XIX. Sua localização
possibilita uma completa vista do vale onde
se localiza Bananal. |
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Prédio
apalacetado com extensa frente e terreno no
qual funciona (além de residência)
a atual farmácia, antiga Farmácia
Imperial. Pertenceu ao Boticário Francês
Tourin Domingos Monsier, casado com Jeanne Poiane.
Foi o primeiro farmacêutico da cidade.
A farmácia e respectivo prédio
pertenceu a Balkeriano José da Costa
e a sucessivos proprietários até
chegar, em 1922, às mãos do farmacêutico
Ernani Graça, pai do atual proprietário,
Sr. Plínio Graça. O primeiro acervo
cultural farmacêutico do Brasil foi calcado
sob o patrimônio desta farmácia,
que possui entre outras inúmeras peças,
potes de porcelana francesa, rótulos
dourados à ouro, cristais e instrumentos
originais. Recebeu o prêmio da Fundação
Roberto Marinho como a mais antiga farmácia
do Brasil em funcionamento. A Pharmácia
Popular continua tão bem cuidada quanto
antes, quando abriu suas portas em 1830. Sofreu
uma única reforma no final do século
XIX, ganhando traços neoclássicos.
Inaugurada como Pharmácia Imperial, mudou
de nome em 1889, após o fim da monarquia.
Valeriano José da Costa, dono da farmácia
naquela época, seguiu os conselhos dos
republicanos e trocou Imperial por Popular.
Os balcões eram em pinho de Riga, ornados
por ânforas de cristal, contendo água
colorida com anilina. O chão é
todo revestido com ladrilhos franceses. |
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A meio caminho do eixo
Rio - São Paulo existe uma região
dotada de todas as condições
para propiciar às populações
do dois lados, contato com a natureza. Tendo
permanecida à margem do desenvolvimento,
que caracterizou o Vale do Paraíba,
a Serra da Bocaina vem impressionando a todos
que a visitam desde o tempo do Império.
Da serra do mar, a Bocaina
com cerca de 1000m de altitude, oferece com
suas matas uma exuberante vida silvestre.
A Bocaina tem uma grande abundância
de águas e cachoeiras, encontrando
também ali, criação de
trutas em reservatórios especiais,
onde elas recebem tratamento diário,
com alimentação à base
de ração balanceada. Nos reservatórios,
o peso médio alcançado é
de 2,1 kg, enquanto que nos rios naturais
, as trutas chegam a alcançar 14 kg.
As trutas da Bocaina ganharam notoriedade
e São encontradas em supermercados
e restaurantes finos do Rio de Janeiro e São
Paulo.
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Estação
Ecológica de Bananal |
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Acesso pela
Rodovia SP-247, 25 km. Altitude 1300m em média.
Abriga o Museu Casa do Imigrante Italiano. Integrada
à rede de Unidades de Conservação,
administrada pela Secretaria do Meio Ambiente
de São Paulo, através do Instituto
Florestal, a Estação Ecológica
de Bananal abriga remanescentes da Mata Atlântica,
Vegetação que já cobriu
o litoral brasileiro de norte a sul. Os remanescentes
dessa Vegetação São tão
importantes que foram declarados Patrimônio
da Humanidade. Os 884 hectares da Estação
Ecológica estão situados numa
região em que a altitude varia de 1.200
a 1.900 metros. Esse fator geográfico
associado a fatores climáticos, como
alta pluviosidade e temperaturas médias
que variam entre 20° C e 33° C, mas
que podem chegar à mínima de 0°
C no inverno, contribuem para que a Serra da
Bocaina seja um mosaico de ambientes muito especiais.
As maiores altitudes encontradas na Serra São:
Ramos, com 1900 m , Campestre com 1800 m e a
Pedra do Frade com 1580 m. |
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A Chácara
Santa Inês, antiga fazenda pecuária,
oferece as seguintes alternativas: Fábrica
de Doces Artesanais, com produção
seguindo as antigas tradições
culinárias do Vale do Paraíba.
As frutas utilizadas São na maioria,
cultivadas na própria chácara.
- Centro de Referencia da Cachaça que
tem por objetivo a produção da
cachaça Santa Ines e também pesquisar
e difundir novas tecnologias para a produção
da cachaça artesanal. Vila Bom Jardim
- Fone: (12) 3116-1591 |
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Cachoeira
com 3 saltos, formada pelo rio Paca.
Rodovia SP-247, km 27 |
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| Formada pelo
Rio Bananal, com aproximadamente 150 m de queda
d’água. Localizada na Fazenda Cachoeira,
na Rodovia SP-247, km 12
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Com cerca
de 70 m de altura em uma só queda, despenca
da Serra do Mar. Acesso por trilha partindo
da Fazenda Mimoso, na Rodovia SP-247, km 36 |
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Com 5 saltos
e aproximadamente 150 m de extenSão,
em grande volume d’água. É
formada pelo Rio Paca Grande. Acesso por trilha
a partir do km 33 da Rodovia SP-247. |
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Com 7 saltos,
abrange 350 m de extenSão, formada pelo
Rio do Braço. Acesso pela Rodovia SP-247,
km 15 a esquerda. |
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Na Serra do Mar, com 1750
m acima do nível do mar. Oferece vista
panorâmica de incomparável beleza
e alpinismo, De um lado, os campos de Bocaina
e de outro, o litoral de Angra dos Reis. O
acesso é pela Rodovia SP-247, km 33
seguindo por trilha.
A Pedra do Frade com cerca
de 1550 metros, pode ser atingida por Angra
dos Reis, através da Vila do Frade
(2 dias de caminhada), ou por Brejal, distrito
de Bananal, situado bem acima na Serra, por
4 horas e 30 minutos, de caminhada pesada,
através de uma trilha em plena mata
atlântica, fazia parte da trilha do
ouro. As marcações da trilha
podem ser encontradas com setas vermelhas
nas árvores e fitas vermelhas de finas
em volta das árvores. A trilha é
razoavelmente simples de ser seguida, pegando
inicialmente a antiga estrada SP-247, que
agora parece trilha de fazenda. Maiores informações
podem ser conseguidas com o dono da Pousada
Brejal, neto de quem colocou a primeira escada
de madeira na Pedra do Frade. Atenção
na crista para subida do Frade, e na volta
a saída da mata, onde o caminho é
um pouco confuso. Além disso, por Brejal
chega-se a cachoeira do Bracuí, Cachoeira
do Veado, Vila do Frade e Mambucaba. Estas
trilhas estão em razoável estado
de conservação, porém
nas épocas chuvosas (outubro a abril)
muita lama.
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Outros
Pontos de Interesse Turístico |
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Prédio da
Rua Comendador Ferreirinha n° 53
Construção térrea da
chácara da família de Pindaro
Carvalho Rodrigues.
Sobrado da Rua Manoel
de Aguiar n° 10
Prédio de interesse arquitetônico,
possui a curiosidade de ter janelas laterais
feitas por ocasião da abertura da praça
da Matriz em meados do século passado.
Sobrado da Rua Manoel
de Aguiar n° 318 e 324
Destacam-se em um dos mais bonitos conjuntos
urbanos de Bananal, sendo de grande interesse
arquitetônico. Construídos em
meados da segunda metade do século
XIX devem ser vistos em conjunto pela continuidade
da fachada e cobertura, apesar do tratamento
diferencia dos trabalhos de serralheria e
decoração das fachadas.
Sobrado da Rua Manoel
de Aguiar n° 339
Quase em frentes aos anteriores, integrando
o mesmo conjunto urbano tem a porta de entrada
diferenciada em arco que mostra a influência
do neoclássico. Foi construído
em 1895.
Sobrados da Praça
Pedro Ramos n° 7 e 15
São de grande importância arquitetônica
e integram junto com o Hotel Brasil o mais
belo conjunto de edifício de Bananal.
O sobrado com três pavimento foi construído
em 1871.
Solar de Luciano
José de Almeida
O sobrado possui características das
grandes residências urbanas do século
XIX, tendo a sua planta em forma de "U"
abrigando um pátio de manobras para
carruagens. Foi construído em 1847
e era propriedade do comendador Luciano José
de Almeida. Desde a década de 30 deste
século abriga o Hotel Brasil que teve
seus tempos de glória em função
do movimento da antiga Rodovia Rio-São
Paulo inaugurada em 1928.
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